dicas


De quando em vez aparece uma palavra cuja hifenização, ou divisão silábica se preferirem, está mal feita aquando da mudança de linha.

Para resolver esse tipo de problemas podem recorrer à divisão manual da palavra.

De que forma se faz a hifenização manual?

Muito simplesmente colocando um \- (barra hífen) entre cada sílaba (ou entre aquelas que estão a dar problemas.

Exemplo:

Tinha um documento que me dividia a palavra conhecimento da seguinte forma: Conhec (fim de linha) imento, para corrigir, no documento tex, escrevi a palavra assim:

Co\-nhe\-ci\-men\-to

E… problema resolvido!

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Em editores de \LaTeX temos a possibilidade de criar tabelas, matrizes ou outros ambientes parecidos, de uma forma automática. Quando pedimos para o programa fazer esta construção aparece-nos um * no lugar do conteúdo de cada célula.

Exemplo de tabela

Para saltar de * em * de forma automática podemos usar a combinação de teclas CTRL + ESPAÇO. Ao premir estas teclas em simultâneo, o * seguinte aparece seleccionado e podemos começar a escrever imediatamente.

 

Vejam aqui informação mais recente: https://aprendolatex.wordpress.com/2016/06/23/bibliografias/

A criação de bases de dados bibliográficas pode resultar mais fácil usando programas específicos para essa tarefa. Existem vários disponíveis e no momento de escolher devemos ter em conta o sistema operativo que estamos a usar e se o programa é livre ou pago. Claro que um interface atractivo também conta muito.

Podem encontrar uma lista de ferramentas relacionadas com o BibTeX em

http://dmoz.org/Computers/Software/Typesetting/TeX/BibTeX/

Um desses programas que acho interessante (e livre) é o JabRef. Na página oficial encontram alguns screenshots do JabRef em funcionamento e também alguma ajuda, se tiverem outras dúvidas perguntem-me, talvez eu possa ajudar.

Deixo também aqui uma imagem do meu JabRef em funcionamento 🙂

jabRef

Achei este software extremamente intuitivo, a única dificuldade poderá ser a inserção de forma adequada do texto nos campos devidos, mas isso prende-se mais com o BibTeX do que com este tipo de programas. É só guardar o ficheiro com a extensão .bib e pronto, está prontinho a ser usado no editor de \LaTeX.

Porque há várias coisas que, embora não sendo obrigatórias para trabalhar no \LaTeX, são boa prática quando o fazemos, decidi abrir uma série dedicada a dicas que eu considero boas. Claro está que estas se vão encontrar espalhadas pelo blog e não todas juntas mas podem sempre visualizá-las em conjunto pela tag dicas.

Então, a minha primeira dica é a seguinte:

Quem já trabalhou com o \LaTeX e compilou um ficheiro decerto que verificou a existência de vários ficheiros com o mesmo nome mas diferentes extensões.

Para uma melhor organização em disco sugiro que antes de começarem o ficheiro criem uma pasta com o nome do documento ou outro que vos permita a fácil identificação do que está lá dentro.

Depois logo que começarem o vosso documento gravem-no (mesmo em branco) nesse directório. Assim mantém o vosso disco organizado e sem aquela confusão de ficheiros .tex, .log,…

Se por acaso o vosso documento tiver imagens podem também, dentro do directório que criaram em primeiro lugar, criar um subdirectório chamado imagens e lá colocar todas as imagens utilizadas.